Casa e Decoração

Veja 10 erros comuns na decoração da casa e evite gastos desnecessários

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postado em 13/07/2016 16:39 Redação Bonde /Folha de Londrina
Decorar a casa é uma tarefa divertida, afinal não há nada melhor que deixar o seu cantinho com a sua cara. Mas, muitas vezes, o trabalho pode também ser árduo. Com tantos detalhes na hora de comprar móveis, pintar paredes e escolher acabamentos é muito fácil errar e arruinar um projeto que, teoricamente, parecia perfeito. Antes de começar a projetar seu lar, confira os dez erros mais comuns que as pessoas cometem na decoração da casa e passe longe deles. 

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1. Não planejar 

A primeira coisa antes de começar um projeto de decoração é fazer um planejamento de todos os gastos e necessidades para cada ambiente. Parece lugar-comum, mas não planejar é uma das falhas mais recorrentes e graves. A maioria dos problemas se deve à falta de um cronograma bem determinado e principalmente de um orçamento detalhado de cada etapa da decoração. 

Com um plano bem desenhado do começo ao fim, sendo a decoração feita com a ajuda de um profissional ou sozinho, é possível evitar imprevistos, atrasos e dinheiro desperdiçado. 

2. Usar materiais ruins 

Muitas vezes, o barato pode sair caro. Fique atento à qualidade dos materiais utilizados. Se as opções disponíveis forem muito mais baratas que a média, desconfie. Em várias situações, os materiais podem ser de qualidade duvidosa: móveis sem impermeabilizante e tratamento contra cupim, tintas com muitos produtos químicos que deixam mau cheiro e ocasionam dores de cabeça e alergia, tecidos e revestimentos frágeis e pouco duráveis. 

Consulte arquitetos ou decoradores que já conhecem os melhores tipos de material para as suas necessidades e garanta a durabilidade da decoração. 

3. Escolher móveis pequenos ou grandes demais 

Um dos principais aliados de quem está decorando e reformando é a trena. Não deixe de andar com uma e medir cada canto da sua casa e cada móvel que agradar antes de comprar. A escala dos móveis e do tamanho do cômodo é essencial para a harmonia do lugar. Sofás, estantes e mesas muito grandes roubam um espaço precioso, enquanto móveis pequenos demais podem causar desconforto em quem os usa. 

Uma opção inteligente para deixar a casa mais espaçosa e prática é aproveitar móveis de dupla função, como por exemplo uma mesa de centro que faz as vezes de pufe. 

4. Esquecer-se dos "bastidores" 

Na hora de decorar, é imprescindível lembrar não somente dos revestimentos e das obras aparentes, mas também do que vai por dentro das paredes. Apesar de serem a parte mais chata e desinteressante de qualquer projeto, as instalações elétricas e hidráulicas são extremamente importantes para garantir a segurança e o conforto dos moradores. Fique atento a vazamentos e problemas elétricos. 

Na próxima vez que for decorar ou fazer um projeto de iluminação, leve em consideração que tudo o que não for aparente também afeta o resultado final. 

5. Não pensar na iluminação 

Não adianta encher a casa com móveis de primeira qualidade e paredes com cores vivas se a iluminação for deficiente. Os erros mais comuns na hora de iluminar os cômodos são a falta ou o excesso de iluminação direta e o abuso de lâmpadas de luz branca, que são ideais apenas na cozinha e no banheiro. 

Quartos e salas pedem fachos de luz mais quentes e indiretos, ou seja, nem sempre um lustre com capacidade para seis lâmpadas é o ideal. Use spots direcionais ou abajures para iluminar pontos específicos da casa e deixá-la mais aconchegante. 

6. Escolher cores inadequadas 

Na hora de decorar sua casa, pense na harmonia das cores e na incidência de luz no cômodo. Se você deseja pintar uma parede com tons vivos, os mais chamativos podem deixar o ambiente achatado ou estreito. Certas cores também podem absorver muita luz e deixar o cômodo muito mais escuro e lúgubre. 

Para não errar, opte por paredes de tons mais neutros e abuse do colorido nos detalhes decorativos. Assim, caso você enjoe da paleta cromática da sua casa, basta renovar os objetos. 

7. Cair nos modismos 

A decoração, assim como a roupa, tem tendências e modismos e que são substituídos por outros ao longo do tempo. Evite que sua decoração fique datada e não decore um cômodo todo com a mesma tendência. 

Se você gosta de referências industriais, escandinavas ou provençais, por exemplo, em vez de transformar sua casa em um showroom de cada tendência, misture elementos de outras eras e crie um estilo que tenha mais sua cara. O ecletismo é uma ferramenta essencial para não pesar na mão na hora de decorar. 

8. Não pensar na circulação 

Na hora de trazer os móveis para casa, uma das coisas em que menos se pensa é na circulação dos ambientes. Para garantir a funcionalidade, é necessário pensar no espaço mínimo necessário para o morador circular entre móveis e paredes. Uma circulação razoável tem de 50 a 60 cm, já a circulação ideal tem de 75 a 90 cm. 

Em cômodos pequenos, é preciso pensar se vale a pena ter dois sofás, uma mesa de centro ou uma mesa de jantar de seis lugares, por exemplo. Invista em menos móveis ou que possuam formatos e tamanhos não convencionais. 

9. Encher a casa de acessórios 

Algumas pessoas gostam de encher a casa de acessórios. No entanto, o excesso de peças decorativas pode acabar deixando a decoração pesada e visualmente confusa. Faça uma triagem do que for essencial exibir e que combine com a decoração da sua casa. 

Caso você tenha muitos objetos de coleção, opte por exibir os mais significativos e nunca espalhe-os pela casa: os objetos ficam muito mais interessantes se mostrados em um único espaço, como se fosse uma mostra. 

10. Não pensar na necessidade da família 

Finalmente, mas não menos importante, um dos grandes erros é não pensar em quem vai habitar a casa depois. Uma família com crianças e animais, por exemplo, deve dar preferência a móveis duradouros e à prova de sujeira e uso intenso. 

O mesmo vale para os acabamentos: um chão de porcelanato fino e claro não resiste a móveis sendo arrastados, brinquedos sendo espalhados e animais que possam vir a sujar o piso. A decoração precisa servir ao estilo de vida de quem mora, e não o contrário. (Com informações e-How Brasil) 


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