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Com má formação, cão ganha novas 'patas' feita pela impressora 3D

O desenvolvimento deste tipo de tecnologia tem facilitado diversos tipos de produção, inclusive, relacionadas à medicina e veterinária.

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postado em 02/03/2015 16:52
As impressoras 3D estão cada vez mais populares e eficientes. O desenvolvimento deste tipo de tecnologia tem facilitado diversos tipos de produção, inclusive, relacionadas à medicina e veterinária. Prova disso é a história de Derby, um cãozinho que nasceu com uma má formação nas duas patas da frente, mas que agora pode andar normalmente. A transformação na vida deste animal começou quando a norte-americana Tara Anderson, diretora de gerenciamento de produtos na empresa 3D Systems, viu Derby em um site de adoção de animais. A deficiência do cão a comoveu e ela decidiu que tinha que ajudá-lo de alguma forma. A primeira opção foi a cadeira de rodas adaptada para cães. Um acessório simples e bastante usado para devolver parcialmente a mobilidade de animais com dificuldade de locomoção. No entanto, este ainda não era o modelo ideal. Derby não conseguia correr e Tara achava que eles poderiam ir muito além. Assim, a equipe de desenvolvimento da empresa capturou as dimensões do corpo de Derby e trabalhou na produção de uma prótese exclusiva e personalizada para o cãozinho. As vantagens de utilizar uma impressora 3D em casos como esse, são imensas, principalmente em termos de eficiência no uso da matéria-prima e também na adaptação para o tamanho e dimensões ideais e perfeitas para seu uso. O projeto deu certo e, com a nova prótese, agora Derby tem vida normal, podendo correr na rua como qualquer outro cão completamente saudável. De acordo com os pais adotivos, o cãozinho percorre diariamente de três a cinco quilômetros com facilidade e sem se cansar.

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